Crítica literária

Crítica literária



Ora divertido, ora sarcástico, ora irônico, um livro repleto de passagens pra lá de curiosas, uma vida muito louca de uma pessoa muito inteligente e cheia de vida, sonhos e coragem. Ultrapassou seus próprios limites; nunca seguiu regras, quebrou todas, mas com tanta irreverência tornou-se um dos maiores nomes da música brasileira. 

Nascida em São Paulo e filha de um americano e uma brasileira, Rita Lee passou sua vida num casarão, como ela mesma descreve, na Vila Mariana, na Capital São Paulo, onde morou até jovem entre idas e vindas. Usa uma linguagem bastante peculiar, chama os pais pelo nome e a família, por harém, já que eram seis mulheres. Dá nome a tudo, inclusive ao jeep que ganhou do pai e deu o nome do mesmo, Charles. 

Conta como começou desde os Mutantes, passando pelo grupo Tutti Frutti; que lhe rendeu temas de novela, e chegando ao que foi de maior sucesso com a parceria com seu marido, Roberto Carvalho. A saída dos Mutantes não foi muito digerida por Rita Lee, diga-se que existe até um certo ressentimento pelo ocorrido, mas há de se levar em consideração como isso foi feito e consequências que vieram depois, quando ela, como Rita Lee, já era sucesso. 

Sobreviveu a uma ditadura cruel, se envolveu com drogas, foi presa, mas nunca perdeu sua majestade. Um livro intenso, divertido e dramático em alguns momentos. Uma mulher incrível e apaixonada por seu marido. Um livro para quem ama Rita Lee, viveu o auge dos anos 70 e 80 e não se esquece das músicas apaixonantes que marcaram uma época. 

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