Real e desconhecido

Real e desconhecido

Não é incomum cair na imaginação e acreditar na sua própria criação, como no clássico livro infantil “Alice no País das Maravilhas”, que conta a história de uma menina que entra na toca de um coelho com colete e cai num mundo imaginário de situações absurdas e impossíveis, mas que a fez refletir tudo o que viveu ali.

Como num livro, também somos capazes de criar realidades que existem apenas na nossa mente, e que nos fazem acreditar como se fossem reais (o real e o desconhecido dentro de um mesmo lugar, o mesmo lugar que já falei em outro texto, a poderosa mente – que mente).

Facilmente nos entregamos nesse contexto do imaginário para minimizar ou fazer crescer um desejo; é difícil encarar a realidade, às vezes é melhor o desconhecido, que por vezes nos coloca de frente com aquilo que gostaríamos que fosse, ou ainda que desejamos acreditar.

Mas quem disse que o desconhecido também não pode ser cruel? Não são raras as vezes que seja a única maneira de encarar os seus monstros interiores; todos nós temos. É aí que somos forçados a nos despir de nós mesmos e ter coragem de enxergar e mudar o que incomoda, o que atrapalha, o que você menos gosta em você mesmo.

É difícil no primeiro momento, mas depois vem à sua frente tudo o que você é capaz de fazer, todos aqueles medos e inseguranças trazem o quão frágil somos, mas também o quão fortes somos para mudar tudo, é só querer e acreditar.

Alice caiu num buraco e aprendeu tudo aquilo que não entendia, mas esse buraco não foi o fim, foi a mudança que ela precisava para decidir entre o real e o desconhecido. Ela acordou desse sonho mais forte, você também é capaz de acordar do seu sonho e transformar sua vida.

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