Aonde vai chegar?

Aonde vai chegar?

Uma história de vida tem princípio, meio e fim. Nesse contexto muito tem a se contar, coisas boas e outras não tão boas assim, mas a certeza que temos é que todas as vidas têm que haver respeito, principalmente no fim. Sabemos que todos nós temos prazo para permanecer aqui, mas não precisamos ser um a menos no número da população, ou um número a mais de mortos, podemos ser respeitados; quem decide quando e como morreremos não somos nós nem ninguém, não somos descartáveis, somos humanos. 

Estamos vivendo tempos tenebrosos, conturbados, de medo e incertezas. Muitas opiniões, pouca contribuição. Muita informação desencontrada; uns falam A, outros Z, e assim não há uma definição real de nada. Vivemos com medo da estatística sem saber se seremos a próxima vítima. Todos os dias somos bombardeados por números, mas sem solução. 

Queremos boas notícias, mas a qualquer momento nos deparamos com mais e mais números, medidas tomadas e desfeitas, uma verdadeira confusão se formou. Cada um está levando da maneira que pode, que dá. Um momento de extrema tensão, ou você decide como vai fazer ou não haverá mais solução. 

É triste saber que nosso país se tornou o segundo pior na estatística dessa pandemia, sem controle e sem seriedade. Enquanto o resto do mundo vai voltando ao normal, estamos voltando no meio do maior descontrole já visto, graças a tanta desinformação e opiniões de tantos entendidos de nada. Seremos a piada do futuro. Ou melhor, já somo no presente. 

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